No pulo em pulo, leve, de um grilo?
Ou rastejando, lento, crocodilo?
Desafiando leis, grosso besouro?
Ou ruminando intrépido, um touro?
De peito aberto, incerto, gaivota?
Na languidez rotunda da marmota?
O exemplo secular da boa abelha?
A solidão sem par da negra ovelha?
Quiçá no aborto saboroso do esturjão
Ou no mainstream óbvio do salmão
Esteja a paz que falta ao homem-macaco...
Cetro e coroa só pro rei leão
Limão, azeite e grito: morte ao camarão!
Não somos mais farinha do mesmo saco.
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