Sente-se e fique à vontade
Peço-te apenas que mantenha a calma
É, dentro em breve direi a verdade
Mas se a verdade esmagar-te a alma
Não atribua isso embalde a seus medos
Tampouco impute às noveis liberdades
A revelação o último dos segredos
Que é outra praga a invadir as cidades...
Chegou a hora de quedar a máscara
Ainda que assole aos amantes diáspora:
Talhada inerme a pétreo camafeu
Eu vi! A verdade, o último selo
Trombeta do fim a soar sem desvelo
Que o amor morreu, o amor morreu.
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