segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ai de Mim

No gosto do ronco que rosna
No busto disposto na Bósnia
Imposto no bronco da esbórnia
Que rosna no tronco do rosto.

Desgosto que aposto não tarda
Retarda o aposto que chega
No torno do gesto que atesta
O feno do fauno faminto...

Na fresta da fossa que sinto
Eu minto do abismo de mim
Eu largo essa posta malfeita
Afogo outro afago chinfrim.

De bobo no lago maldito
Um grito de apego em latim
Suspiro em apuro eu convoco
O forno do adorno sem fim

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